Em São Paulo, muita gente descobre só na obra que o solo argiloso da região pode inchar ou contrair com a variação de umidade. Esse comportamento, típico de solos expansivos, exige uma avaliação criteriosa antes de qualquer fundação. Nos laboratórios, medimos parâmetros como limite de contração, atividade da argila e pressão de expansão, combinados com ensaios de granulometria para classificar o material. O resultado orienta o projeto para evitar trincas e desníveis que aparecem meses depois da entrega.

Solos expansivos podem gerar recalques diferenciais de até 5 cm em um ano se não forem identificados antes da fundação.