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Projeto de Ancoragens Ativas e Passivas em São Paulo

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

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Em São Paulo, o projeto de ancoragens ativas e passivas segue a NBR 5629:2019, que define os critérios para tirantes em obras de contenção. Esta norma é essencial na cidade devido à geologia complexa, com solos residuais de alteração de gnaisse e micaxisto. A variação de resistência ao longo de poucos metros exige investigação geotécnica detalhada. Por isso, antes de definir o sistema de ancoragem, combinamos o ensaio com o estudo de sondagem SPT para obter perfis de resistência confiáveis. Também avaliamos a estabilidade de taludes quando o maciço apresenta risco de ruptura planar. A eficiência do sistema depende diretamente da qualidade dos dados de campo. Sem uma investigação adequada, o dimensionamento pode falhar.

Imagem ilustrativa de Projeto de ancoragens ativas/passivas em São Paulo
A NBR 5629:2019 exige fator de segurança mínimo de 1,5 para tirantes, valor que protege contra variações na resistência do solo paulistano.

Procedimento e escopo

Um erro comum em São Paulo é tratar ancoragens ativas e passivas como soluções intercambiáveis. Não são. As ativas trabalham com protensão controlada, enquanto as passivas só reagem com o deslocamento do maciço. A escolha errada gera recalques ou sobrecarga na estrutura. Para evitar isso, aplicamos critérios rigorosos da NBR 6122:2019. O processo inclui: Em terrenos com presença de água, o sistema exige drenagem associada. Também usamos geotextiles como filtro nos drenos para evitar colmatação. Outro ponto é o controle de execução: cada ancoragem deve ser testada em campo. A combinação com monitoramento de excavaciones garante segurança durante a obra.
Imagem técnica de referência — São Paulo

Contexto geotécnico local

O maior risco em São Paulo é a presença de matacões e veios de rocha alterada durante a perfuração para instalação das ancoragens. Isso pode desviar o furo ou danificar o equipamento. Em solos moles da várzea do Tietê, a perda de solo por lavagem durante a injeção da calda de cimento compromete a aderência do bulbo. Sem controle rigoroso, a carga de serviço não é atingida. Também há risco de corrosão em ancoragens permanentes expostas a aquíferos agressivos. Para mitigar, usamos tirantes injetados em múltiplos estágios e proteção catódica quando necessário.

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Email: contato@geotecnia1.sbs

Parâmetros técnicos


ParâmetroValor típico
Carga de trabalho típica300 kN a 800 kN
Fator de segurança (NBR 5629)1,5 (ativo) / 1,3 (passivo)
Comprimento do bulbo de ancoragem6 m a 12 m
Diâmetro da perfuração100 mm a 150 mm
Tensão de protensão máxima70% da carga última do tirante

Serviços técnicos vinculados

01

Dimensionamento de tirantes ativos

Cálculo de cargas, comprimento do bulbo e fator de segurança conforme NBR 5629. Inclui análise de protensão e perdas por relaxação.

02

Projeto de ancoragens passivas

Solução para contenção de taludes sem protensão, com verificação de deslocamentos admissíveis e interação solo-estrutura.

03

Ensaios de carga em ancoragens

Testes de aceitação (10% da carga de trabalho) e de qualificação (até 150% da carga de trabalho) para validar o sistema.

04

Assessoria técnica para execução

Acompanhamento de campo, controle de injeção de calda, verificação de alinhamento e emissão de relatórios técnicos.

Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.

Normas de referência

NBR 5629:2019 - Tirantes para ancoragem, NBR 6122:2019 - Projeto e execução de fundações, EN 1997-1:2004 (Eurocode 7) - Referência para fator de segurança em ancoragens

Dúvidas habituais

Qual a diferença entre ancoragem ativa e passiva?

A ancoragem ativa é protendida após a instalação, aplicando uma carga controlada ao maciço. A passiva só reage quando o solo ou estrutura se desloca. Em São Paulo, a escolha depende da deformabilidade do solo e da tolerância da obra.

Qual o custo médio de um projeto de ancoragens ativas e passivas em São Paulo?

Que normas técnicas se aplicam a ancoragens em São Paulo?

A principal é a NBR 5629:2019 (Tirantes para ancoragem). Também se aplica a NBR 6122:2019 para fundações e o Eurocode 7 como referência internacional para fator de segurança.

Como garantir a durabilidade de ancoragens em solo agressivo?

Usamos proteção anticorrosiva com camadas de epóxi, calda de cimento com inibidor de corrosão e tirantes injetados em múltiplos estágios. Em aquíferos agressivos, aplicamos proteção catódica.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em São Paulo.

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