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Projeto de Pavimento Rígido em São Paulo

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

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São Paulo, com seus cerca de 12,4 milhões de habitantes e altitude média de 760 m, concentra um tráfego pesado que exige soluções de pavimento duradouras. O projeto de pavimento rígido em São Paulo demanda conhecimento específico das camadas de sub-base, base e revestimento de concreto de cimento Portland. Antes de definir a espessura da placa, realizamos ensaios de CBR vial para avaliar a capacidade de suporte do subleito e granulometria para classificar os agregados. Cada etapa segue critérios rigorosos da ABNT NBR 6122:2019 e do Manual de Pavimentos Rígidos do DNIT.

Imagem ilustrativa de Projeto de pavimento rígido em São Paulo
O dimensionamento da placa de concreto é calibrado com ensaios de resistência e módulo de reação do subleito, reduzindo riscos de trincas e desplacamento.

Procedimento e escopo

Na prática, o maior desafio em São Paulo é o subsolo heterogêneo — alterna argila orgânica mole, areia fina e solo residual de gnaisse. Por isso, o projeto de pavimento rígido começa com uma campanha de sondagens e ensaios de laboratório. Medimos a resistência à compressão simples do concreto, o módulo de reação do subleito (k) e a retração por secagem. O dimensionamento segue o método da Portland Cement Association (PCA), com fatores de carga por eixo e fadiga. Todo o trabalho é feito em laboratório acreditado ISO 17025, garantindo rastreabilidade e confiabilidade nos resultados.
Imagem técnica de referência — São Paulo

Contexto geotécnico local

Em São Paulo, a combinação de tráfego intenso com solos de baixa capacidade de suporte pode levar a trincas prematuras e desplacamento das placas de concreto. Durante a execução, a falta de controle na cura e na junção entre placas também é crítica. Nosso laboratório simula essas condições com ensaios de fadiga e módulo de elasticidade, permitindo ajustar a espessura e o teor de armadura antes da concretagem. Assim, evitamos intervenções corretivas caras e aumentamos a vida útil do pavimento rígido em São Paulo.

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Parâmetros técnicos


ParâmetroValor típico
Resistência à compressão do concreto (fck)≥ 30 MPa
Módulo de reação do subleito (k)25 – 60 MPa/m
Espessura da placa18 – 28 cm
Fator de carga por eixo padrão (ESAL)8,2 tf
Índice de suporte Califórnia (ISC)≥ 6%
Retração por secagem (aos 28 dias)< 0,05%

Serviços técnicos vinculados

01

Ensaios de caracterização do subleito

Granulometria, limites de Atterberg, compactação e CBR para classificar o solo de fundação e determinar o módulo de reação.

02

Dosagem experimental do concreto

Definição do traço com resistência à compressão (fck), módulo de elasticidade e retração, ajustado aos agregados disponíveis em São Paulo.

03

Dimensionamento estrutural da placa

Cálculo da espessura e armadura pelo método PCA, considerando a previsão de tráfego (ESAL) e as condições do subleito.

04

Controle tecnológico durante a obra

Amostragem e ensaios de concreto fresco e endurecido, verificação de juntas e cura, garantindo a conformidade com o projeto.

Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.

Normas de referência

ABNT NBR 6122:2019, Manual de Pavimentos Rígidos do DNIT, Portland Cement Association (PCA) – Thickness Design for Concrete Pavements

Dúvidas habituais

Qual a diferença entre pavimento rígido e flexível?

O pavimento rígido utiliza concreto de cimento Portland como revestimento, distribuindo as cargas por toda a placa. Já o flexível usa camadas asfálticas que deformam sob carga. O rígido é mais indicado para tráfego pesado e regiões com alta pluviosidade, como São Paulo, por ter maior durabilidade e menor necessidade de manutenção.

Quanto custa o projeto de pavimento rígido em São Paulo?

O valor referencial para um projeto completo (ensaios, dimensionamento e relatório técnico) fica entre R$ 4.380 e R$ 13.960, dependendo da extensão da via e da complexidade do subsolo. Consulte nossa equipe para um orçamento personalizado.

Quais ensaios são essenciais antes de projetar?

São indispensáveis: granulometria, limites de Atterberg, compactação (Proctor), CBR e ensaio de compressão simples do concreto. Em São Paulo, também recomendamos o ensaio de módulo de reação do subleito (k) para ajustar a espessura da placa com precisão.

O projeto considera o tráfego real da via?

Sim. Utilizamos o número equivalente de eixos padrão (ESAL) calculado a partir da contagem de tráfego e da carga por eixo. Esse dado alimenta o método PCA, que define a espessura e a resistência à fadiga da placa, garantindo vida útil de 20 a 30 anos.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em São Paulo.

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