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Ensaio de Permeabilidade in Situ (Lefranc e Lugeon) em São Paulo

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

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Um edifício comercial de 15 andares na Marginal Tietê, com três subsolos de garagem, exigiu ensaios de permeabilidade antes da definição do sistema de rebaixamento. O lençol freático em São Paulo varia muito de bairro para bairro, e sem dados de campo o risco de subdimensionar o sistema de drenagem é alto. Por isso, realizamos o ensaio de permeabilidade in situ (Lefranc/Lugeon) diretamente no furo de sondagem, medindo a condutividade hidráulica do solo ou da rocha em diferentes profundidades. Os resultados orientam o projeto de fundações, o dimensionamento de cortinas de contenção e a previsão de vazões em escavações profundas. Em muitos casos, combinamos o ensaio com o estudo de mecânica dos solos para uma caracterização geotécnica completa do terreno.

Imagem ilustrativa de Ensaio de permeabilidade in situ (Lefranc/Lugeon) em São Paulo
Em São Paulo, a variação litológica entre rocha cristalina e sedimentos terciários exige ensaio de permeabilidade por trecho isolado para evitar erros de projeto.

Procedimento e escopo

O equipamento de campo é relativamente simples: um obturador pneumático ou mecânico isola o trecho de ensaio no furo, enquanto uma bomba ou mangueira de ar comprimido aplica carga hidráulica. Medimos a vazão estabilizada e calculamos o coeficiente de permeabilidade (k) pelas fórmulas de Lefranc (carga constante ou variável) e Lugeon (em rocha). Todo ensaio segue a NBR 7229:1993 e a ABNT NBR, com registro contínuo dos dados. Em São Paulo, onde há muita variação litológica entre o embasamento cristalino e os sedimentos terciários da Bacia de São Paulo, a experiência do operador é decisiva para interpretar corretamente os resultados. O laudo final inclui o perfil de permeabilidade por metro de profundidade, essencial para projetos de rebaixamento e drenagem de taludes.
Imagem técnica de referência — São Paulo

Contexto geotécnico local

A NBR 6122:2019, item 5.3.2, exige que projetos de fundações em áreas com lençol freático raso considerem a permeabilidade do solo. Em São Paulo, bairros como Vila Mariana, Mooca e Pinheiros têm registros de rebaixamentos mal dimensionados que geraram trincas em edificações vizinhas. O ensaio de permeabilidade in situ (Lefranc/Lugeon) evita esse risco ao fornecer dados reais de campo, em vez de tabelas genéricas. Ignorar essa etapa pode custar caro em paralisações de obra e indenizações por danos a terceiros.

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Email: contato@geotecnia1.sbs

Parâmetros técnicos


ParâmetroValor típico
Método de ensaioLefranc (carga constante / variável) e Lugeon
Faixa de permeabilidade medida1x10^-4 a 1x10^-8 m/s
Profundidade máxima típica30 metros (pode chegar a 50 m com obturador especial)
Tipo de obturadorPneumático (diâmetro ajustável)
Normas aplicáveisNBR 7229:1993, ABNT NBR, ABNT NBR 13434:1995
Prazo de entrega do laudo5 a 10 dias úteis após campo

Serviços técnicos vinculados

01

Ensaio Lefranc em solo e rocha alterada

Aplicado em furos de sondagem SPT ou rotativa, com obturador simples ou duplo. Medimos a condutividade hidráulica em cada metro de profundidade, indicando zonas mais permeáveis onde o fluxo de água pode comprometer a escavação. Ideal para projetos de rebaixamento e cortinas de contenção.

02

Ensaio Lugeon em maciço rochoso

Realizado em furos de sondagem rotativa, com injeção de água sob pressão controlada (grupos de até 10 bar). Calculamos o coeficiente de permeabilidade em unidades Lugeon (1 UL = 1x10^-5 m/s). Essencial para barragens, túneis e escavações em rocha na região do embasamento cristalino de São Paulo.

Este serviço complementa o nosso ensaios in situ para uma análise integral do projeto.

Normas de referência

NBR 7229:1993 — Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos (ensaio de infiltração), ABNT NBR — Standard Test Method for Infiltration Rate of Soils in Field Using Double-Ring Infiltrometer, ABNT NBR 13434:1995 — Ensaio de permeabilidade em solos e rochas in situ

Dúvidas habituais

Qual a diferença entre o ensaio Lefranc e o ensaio Lugeon?

O Lefranc mede permeabilidade em solos e rochas alteradas usando carga hidráulica constante ou variável, sem pressão. O Lugeon é aplicado em rocha sã ou fraturada, com injeção de água sob pressão para avaliar a abertura de fissuras e a condutividade hidráulica do maciço.

Quanto tempo leva o ensaio de permeabilidade em campo?

Cada ensaio por trecho isolado leva de 30 a 60 minutos, dependendo da permeabilidade do material. Para um furo de 15 metros com medição a cada metro, o trabalho de campo leva de 1 a 2 dias úteis. O laudo é entregue em até 10 dias úteis.

O ensaio de permeabilidade pode ser feito em qualquer tipo de solo de São Paulo?

Sim, o método adapta-se a solos arenosos, argilosos, siltosos e rochas alteradas. Em solos muito argilosos com baixa permeabilidade, usamos carga variável para obter medições precisas. Em rocha, o ensaio Lugeon é o mais indicado para avaliar fraturas.

Qual o custo médio do ensaio de permeabilidade in situ em São Paulo?

Esse valor inclui deslocamento da equipe, equipamentos e laudo técnico. O valor exato depende da profundidade e da quantidade de trechos ensaiados.

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